quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Marina é “um grande nome” para substituir Eduardo Campos, diz governador de Pernambuco

João Lyra Neto, admite a possibilidade da entrada da ex-ministra do Meio Ambiente no lugar de Campos, mas ressalta que a substituição ainda será discutida pelo PSB – foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr João Lyra Neto, admite a possibilidade da entrada da ex-ministra do Meio Ambiente no lugar de Campos, mas ressalta que a substituição ainda será discutida pelo PSB – foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr


Após se reunir com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na sede do governo paulista, o governador de Pernambuco, João Lyra Neto, disse que o partido deve continuar com candidato próprio na disputa presidencial, após a morte de Eduardo Campos nesta quarta (13), em acidente de avião.


Disse também que Marina Silva “é um grande nome” para suceder o ex-candidato , mas ressaltou que a substituição ainda será discutida pelo PSB.


“A decisão do partido será tomada quando terminarem todas as conversações. A Marina é um grande nome, sem dúvida que é. Mas o partido vai começar a discutir, a amadurecer essa decisão, e anunciará o mais rapidamente possível, apesar do momento de dor que passamos. Temos um prazo político legal e temos que obedecer à lei”, falou o governador.


Segundo o governador pernambucano, seu partido trabalha com dois prazos: o legal, estabelecido pela Justiça Eleitoral, e o político.


“O prazo legal [determinado pela Lei Eleitoral para que o partido apresente um sucessor] são dez dias, e quanto ao político, temos que ter a consciência de que o [programa] eleitoral começa dia 19. O partido está começando a se organizar”, falou ele.


Candidato próprio


A tendência do partido, admitiu o governador, é apresentar um candidato próprio para as eleições presidenciais.

“A tendência é ter candidato próprio e isso deve se confirmar. Mas não posso adiantar nada com relação a isso, porque depende das conversações que vamos iniciar a partir de agora”, disse.


“Tenho a convicção e certeza de que o PSB vai encontrar o melhor caminho para suceder o candidato Eduardo Campos”, acrescentou.

Essa decisão, segundo ele, será tomada pelo partido e não pela comissão executiva, o órgão de direção dos partidos.


“A executiva é quem coordenará, mas os deputados é que serão ouvidos, os governadores e senadores e as principais lideranças nos estados, que é para ter a decisão de uma ampla maioria”, concluiu.


Por Agência Brasil (ABr)

















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