Na decisão, a ministra entendeu que cabe ao Poder Legislativo decidir em quais setores a reserva será aplicada - foto: Agência Brasil
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta sexta-feira (15) pedido do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara) para que seja obrigatória a reserva de 20% das vagas para pardos e negros em concursos públicos do Legislativo e Judiciário. Segundo a ministra, a concessão do mandado de segurança significaria interferência do STF no Legislativo.
STF nega pedido de cotas para negros em concursos do Legislativo e Judiciário
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
STF nega pedido de cotas para negros em concursos do Legislativo e Judiciário
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